Cinemania Home
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sábado, 15 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Após ser preso por agressão, ‘super-herói’ aparece mascarado em tribunal
Após ser preso no domingo acusado de agressão - teria utilizado spray de pimenta contra um grupo de pessoas que saia de um bar -, o "super-herói" chamado Phoenix Jones, que vinha patrulhando as ruas de Seattle, nos EUA, com o objetivo de ajudar a combater o crime, compareceu de máscara na audiência no tribunal. A promotoria ainda não apresentou acusações contra o "super-herói" cujo nome verdadeiro é Ben Fodor. Ele também é conhecido por ser lutador de MMA (artes marciais mistas).
Avatar' é o filme mais pirateado de todos os tempos, revela BitTorrent
BitTorrent divulgou sua lista dos dez filmes mais pirateados de sua história. O longa "Avatar" é o primeiro do ranking, com 21 milhões de downloads ilegais, seguido de "Batman: o Cavaleiro das Trevas" e "Transformers", ambos com cerca de 19 milhões. Vários outros blockbusters, como "O Incrível Hulk", "Star Trek" e "Piratas do Caribe: No Fim do Mundo" também aparecem na relação, publicada pelo Torrentfreak.
1. "Avatar"
2. "Batman: O Cavaleiro das Trevas"
3. "Transformers"
4. "A Origem"
5. "Se Beber, Não Case"
6. "Star Trek"
7. "Kick-Ass: Quebrando Tudo"
8. "Os Infiltrados"
9. "O Incrível Hulk"
10. "Piratas do Caribe: No Fim do Mundo"
É notável a diferença entre essa lista e o ranking dos filmes mais alugados dos EUA nos últimos 14 anos, publicada recentemente pela Netffix, empresa americana que entrega DVDs pelo correio. Na relação, o domínio é de produções mais elogiadas pela crítica do do que de sucessos de bilheteria. "Um sonho possível", que rendeu um Oscar de Melhor Atriz a Sandra Bullock, aparece no topo, seguido de "Crash", ganhador do Oscar de melhor filme em 2005. "Os infltrados", "Onde os fracos não têm vez" e outros filmes premiados também estão lá. Segue o ranking dos filmes mais alugados nos EUA.
1. "Um sonho possível"
2. "Crash"
3. "Antes de partir"
4. "O curioso caso de Benjamin Button"
5. "Guerra ao Terror"
6. "Os infiltrados"
7. "Sherlock Holmes"
8. "A origem"
9. "Homem de Ferro"
10. "Onde os fracos não têm vez"
O Homem do Futuro
Zero é um cientista brilhante, porém arrogante e infeliz. No passado, ele sofreu uma humilhação pública na faculdade e perdeu Helena, o seu grande amor. No presente, ele está está prestes a ser demitido. Zero coloca em prática o acelerador de partículas mais barato do mundo, que ainda não foi concluído. A experiência fracassa e provoca um acidente que o leva ao passado, com a chance de modificá-lo. O cientista aprende que mudar o tempo não é tão fácil como parece. Para consertar seus erros, ele terá de voltar no tempo pela segunda vez.
Conan - O Bárbaro
A busca feroz do guerreiro cimério começa como uma vingança pessoal, mas logo se transforma em uma batalha épica contra seus rivais hukking, e situações impossíveis, Conan é única opção para salvar as grandes nações da Hyboria de uma invasão sobrenatural.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Sem Saída
Desde muito pequeno, Nathan Harper (Taylor Lautner, da Saga Crepúsculo) tem a sensação desconfortável de viver a vida de outra pessoa. Seus medos mais obscuros tornam-se realidade quando ele encontra uma foto sua, ainda menino, em um site de pessoas desaparecidas. De uma hora para outra, ele descobre que seus pais não são verdadeiros e que sua vida é uma mentira cuidadosamente fabricada para esconder algo ainda mais misterioso e perigoso. Enquanto sua verdadeira identidade começa a ser construída, um grupo de assassinos se aproxima e o força a fugir com a única pessoa em que ele pode confiar: sua vizinha Karen (Lily Collins, de Um Sonho Possível). Cada segundo é precioso para que um verdadeiro exército de assassinos e agentes federais sejam despistados. E à medida que seus adversários se aproximam, Nathan percebe que a única maneirade sobreviver - e descobrir a sua origem - é parar de fugir e tomar as rédias da situação.
Apollo 18
O que impressiona nisso é que a NASA, com essa atitude, provavelmente vai estragar a graça de um número enorme de pessoas que entrarão no cinema para ver Apollo 18 e serão pegas por toda veracidade dos fatos, já que o filme começa reconhecendo que as imagens a seguir foram editadas a partir de algumas fitas que foram encontradas e contam a verdadeira história do fim do programa Apollo e suas viagens à lua.
Só existe um problema, e a NASA, graças a Deus se safou nessa: se aquilo tudo fosse verdade… bom, não teria como as fitas terem sido achadas, a não ser que alguém estivesse passeando pelo espaço. Isso então leva a todos a descobrir que Apollo 18 é um filme de ficção.
Bem verdade ele se esforça e segue toda cartilha, como a inexistência de créditos iniciais, o elenco de desconhecidos, as imagens tratadas como se fossem feitas por câmeras da época (ainda que nesse caso a razão delas então acabasse sendo outra, como fez A Bruxa de Blair) e um ponto de partida que aguçaria a criatividade daqueles que adoram uma teoria de conspiração. O problema é que essa “desculpa” de fitas encontradas já foi tão largamente explorada pelo cinema, de tantos modos, que “Apollo 18” acaba não conseguindo fazer nada de novo e, nem por um segundo sequer, consegue capturar a atenção de seu espectador.
Não que alguém fosse acreditar naquilo, do mesmo jeito que não acreditou em Atividade Paranormal e no mais recente O Último Exorcismo, mas, diferente desses exemplos, Apollo 18 não se deixa ser natural. Por vezes demais deixa que sua câmera encontre ângulos poucos comuns para uma maquina desse tipo dentro de uma nave especial, e por outros exagera demais em falhas, interferências e sujeiras nessa imagem, o que parece irritantemente repetitivo. Mas a gota d´agua vem com uma espécie de zoom para que ninguém perca um sutil movimento de uma pedra.
É nesse momento que ou o espectador se sente completamente imbecilizado, pois deixa a impressão que em um plano aberto talvez ele não percebesse uma pedra se movendo bem no ponto de fuga, ou, simplesmente acorda daquela experiência. É nessa pedra em zoom (com até uma modificação na cor da imagem para realçar aquilo) que o espectador acaba então sentindo o dedo de alguém ali naquelas imagens, e com isso dando adeus a qualquer possibilidade de imersão.
Sem a imersão nesse mundo que finge ser real, Apollo 18 (e qualquer filme que finge ter sido encontrado) se transforma em algo coloquial, que deixa de contar com o clima imposto por esse mergulho e fica então refém das mesmas obrigações que um filme de terror precisa para existir. Nesse caso, sobra então que aqueles dois astronautas pudessem dar de frente com algo mais imponente e assustador do que uma espécie de caranguejo lunar. E se isso para você foi um spoiler é que, realmente, o filme é ficção ou senão já teríamos alguns deles andando por aqui, já que alguns de seus primos foram trazidos por algumas Apollos anteriores (como o próprio filme tenta, depois de tudo isso, ainda fazer o espectador engolir).
O que é interessante disso tudo, é que, mesmo completamente perdido em termos narrativos (e nessa vontade de ser real)Apollo 18 se mostra uma produção corretinha, visualmente falando, e mais, além disso, seus três protagonistas ainda acabam fazendo um trabalho interessante e convincente, o que demonstra que, talvez, caso preferisse tomar um caminho menos visceral e até brincar com algum tipo de paranóia psicológica como principal vilão do filme (ao invés dos caranguejos), muito provavelmente acertasse na mosca. Nesse caso o que os olhos não vêem, o coração iria sentir (que é o caminho que A Bruxa de Blair trilhou).
Pior ainda, na tentativa de cercar o filme com esse clima de guerra fria e a existência de uma espaçonave russa em solo lunar, até acaba criando no espectador um mistério, e o espaço diminuto do módulo lunar só ajuda que tudo se tornasse um terror psicológico eficiente, mas a teimosia em “montar” demais o filme, de modo que a cada corte um suspense aumente, tira o espectador da vontade de acreditar naquela verdade e lhe coloca mais ainda nesse filme de terror rasteiro que não se envergonha (mais uma vez) em colocar um de seus protagonistas na escuridão apenas com um flash piscando (na verdade, faz isso duas vezes).
Apollo 18 então acaba mostrando qualidades que poderiam carregar o filme para um lugar bem melhor, como a caracterização dos dois personagens centrais (tirando aquela espécie de flashback desnecessário no começo), onde, aos poucos, um deles vai ganhando ar de mais protagonista e o outro na função contrária (que acabaria então sendo um antagonista muito mais eficiente do que os caranguejos de CGI), que ainda mostra o quanto uma espécie de paranóia dele poderia mover o filme (que, com a presença dos caranguejos se torna então completamente injustificável).
Por fim, Apollo 18 não decola (fiz de tudo para não usar o trocadilho…) por que não consegue ser mais que um filme de terror B ao invés de um interessante suspense psicológico.
Pior ainda, na tentativa de cercar o filme com esse clima de guerra fria e a existência de uma espaçonave russa em solo lunar, até acaba criando no espectador um mistério, e o espaço diminuto do módulo lunar só ajuda que tudo se tornasse um terror psicológico eficiente, mas a teimosia em “montar” demais o filme, de modo que a cada corte um suspense aumente, tira o espectador da vontade de acreditar naquela verdade e lhe coloca mais ainda nesse filme de terror rasteiro que não se envergonha (mais uma vez) em colocar um de seus protagonistas na escuridão apenas com um flash piscando (na verdade, faz isso duas vezes).
Apollo 18 então acaba mostrando qualidades que poderiam carregar o filme para um lugar bem melhor, como a caracterização dos dois personagens centrais (tirando aquela espécie de flashback desnecessário no começo), onde, aos poucos, um deles vai ganhando ar de mais protagonista e o outro na função contrária (que acabaria então sendo um antagonista muito mais eficiente do que os caranguejos de CGI), que ainda mostra o quanto uma espécie de paranóia dele poderia mover o filme (que, com a presença dos caranguejos se torna então completamente injustificável).
Por fim, Apollo 18 não decola (fiz de tudo para não usar o trocadilho…) por que não consegue ser mais que um filme de terror B ao invés de um interessante suspense psicológico.
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